Hoje acordei...fui ate à janela...la fora a chuva cai copiosamente...abeiro-me do pé da janela e vejo as gotas caírem copiosamente uma atrás da outra...o meu corpo esta exausto, pede por repouso, mas tento ignorar todos esses sinais e...fico a olhar para a chuva...apetece-me beijar a chuva...sair para a rua e abrir os braços e deixar que a chuva me cubra o rosto e o corpo, e mesmo apesar de toda a violência com que cai cada gota vinda do céu, pouco me importa, pouco me importa se iria ficar doente, só queria recuperar por breves instantes o gosto da liberdade de voltar a andar a chuva e desligar ao mesmo tempo do mundo de obrigações e responsabilidades...desligar da maior parte do que me rodeia, de tudo o que me prende a esta rotina de vida...apenas queria mimar-me um pouco, porque sabe tão bem mimar-mos um pouco nos próprios...
E perdido nestes pensamentos, lembrei-me de ti, da menina da chuva, de alguém que me provou que a vida é cheia de boas surpresas, de alguém que me provou sem nunca dar por isso...que nunca devemos deixar de acreditar e lutar por aquilo que acreditamos e queremos...ainda não descobriste que se tenho te dado paz...é porque tu me tens dado essa mesma paz...apenas tenho sido o reflexo daquilo que és para mim. Confesso que não estava a espera de te conhecer, muito menos do impacto que ias ter na minha vida, não sabia o que ia acontecer neste estranho mundo de coincidências...confesso que não estava pronto para olhar para ti e sentir-me perdido pelos teus pequenos gestos...conseguiste com que eu fechasse as asas e me deliciasse um pouco mais com a tua presença e queira um pouco mais....
Quando te conheci, nem sabia quem tu eras...apenas sabia que gostava de falar contigo, por entre palavras perdidas e desabafos mútuos, transmitias sempre uma imensa calma...uma certa familiaridade...parecia que te conhecia desde sempre, sem realmente alguma vez te ter conhecido...há coisas que por mais tentemos explicar, não há palavras que consigam explicar ou descrever...Fui ao teu encontro de asas abertas, que nem um anjo da guarda...senti-te frágil, um pouco perdida no labirinto da vida, sem forças para reagir a certas adversidades que num passado recente a vida te tinha deparado...mas apesar de tudo, és alguém imensamente forte, mas apenas adormecida ou atordoada com a dor de um passado recente, que apenas precisava de alguém que passasse e não ficasse indiferente , que olhasse por ti...e te estendesse a mão, te fizesse descobrir o belo caminho de um sorriso sincero...acho que apenas precisavas de voltar a te redescobrir e acho que é isso que esta a acontecer, e assim descobriras que após um dia de tempestade e de chuva, voltara a calma e os raios de sol, que te voltaram a dar a força do acreditar...
Quando te conheci, nem sabia quem tu eras...apenas sabia que gostava de falar contigo, por entre palavras perdidas e desabafos mútuos, transmitias sempre uma imensa calma...uma certa familiaridade...parecia que te conhecia desde sempre, sem realmente alguma vez te ter conhecido...há coisas que por mais tentemos explicar, não há palavras que consigam explicar ou descrever...Fui ao teu encontro de asas abertas, que nem um anjo da guarda...senti-te frágil, um pouco perdida no labirinto da vida, sem forças para reagir a certas adversidades que num passado recente a vida te tinha deparado...mas apesar de tudo, és alguém imensamente forte, mas apenas adormecida ou atordoada com a dor de um passado recente, que apenas precisava de alguém que passasse e não ficasse indiferente , que olhasse por ti...e te estendesse a mão, te fizesse descobrir o belo caminho de um sorriso sincero...acho que apenas precisavas de voltar a te redescobrir e acho que é isso que esta a acontecer, e assim descobriras que após um dia de tempestade e de chuva, voltara a calma e os raios de sol, que te voltaram a dar a força do acreditar...


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